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Livro - Calmaria Forçada

Vendido por Authentic Livros e entregue por Magalu

Descrição e ficha técnica

Código gea4ka2j4h

 UM SUSPENSE SOMBRIO DE HORROR DOR E TRAUMAS

 

Rosane Montalvão estreia na literatura de suspense com um terror psicológico que nos leva para o fundo da alma. Uma trama cortante, cruel e perturbadora. 

A vida não é bela 

As histórias do dia a dia costumam ser cansativas e previsíveis.

Até que surge alguém — esta nova escritora — com um enredo inusitado, perturbador, apavorante.

A protagonista — Alana, uma bailarina traumatizada com o suicídio do filho — percorre a trama de suspense desvelando elementos de sadismo, autodestruição, amor e ambição. O que sobra de um lar depois que um filho se mata ao descobrir uma verdade devastadora? De que serve a vida se o parceiro é um advogado que quer enterrá-la viva (e a interna num hospício de horrores), enquanto se afunda no álcool e no egoísmo?

Este livro surpreende a cada página, a cada um dos 17 capítulos curtos e objetivos. Fantasmas do passado vão saindo dos armários de uma casa sombria ou pelos corredores do hospício onde Alana sofre, para arrepiar, chocar e hipnotizar o leitor.

Tudo aqui é sombrio. Tudo aqui é horror. A trama avança, cada vez mais distante de um final feliz — e a crueldade perpassa cada página, cortando mente e alma. Sim, existe amor em meio a esse caos, mas a cada cena ele é revisto. Sim, existe uma família, mas

também esta precisa ser reavaliada.

Estamos diante de um thriller de suspense, dor e traumas familiares.

A história é pesada, sinistra e desconfortante, com barulhos de portas, coisas caindo, ecos fantasmagóricos de seres de outro mundo, situações-limite.

Rosane Montalvão nos leva para o mais profundo da alma humana, para um verdadeiro sacrifício pós-traumático de sofrimentos indizíveis, de tal forma que, ao final, paradoxalmente incomodados e aliviados, somos levados a rever a própria vida.

A vida não é bela. E precisamos ter cuidado, pois amanhã pode ser pior. Bem pior.

 

Rosane Montalvão,

47 anos, é uma carioca que lê desde sempre e sempre quis escrever. Ela se formou em publicidade, mas investiu em reformas e revendas de imóveis. Durante a pandemia da Covid-19, colocou sua máscara, afundou em bibliotecas e escreveu “Calmaria forçada”, seu primeiro romance. Para ela, nas histórias humanas existem espaços vazios e rastros a serem descobertos.

Perguntas e Respostas

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